Monitoramento proativo é fundamental para o controle de recursos de TI

Já é mais do que sabido que um data center de alta disponibilidade é essencial para garantir fluidez às operações de um ambiente tecnológico. Entretanto, é preciso haver também uma equipe proativa atuando em conjunto com ferramentas eficientes, capazes de indicar, evitar ou mesmo resolver de maneira automática eventuais ocorrências técnicas. Uma solução de monitoramento eficaz deve se adaptar aos mais diversos tipos de cenários e necessidades, facilitando e otimizando a gestão de recursos de TI.

Ao se desenvolver um plano de monitoramento é necessário considerar funções que possibilitem o controle total da rede e seus serviços, fornecendo mecanismos de análise de dispositivos e dados. Nesse contexto, ter uma visão clara do desempenho de um ambiente é fundamental. "Soluções baseadas em Zabbix e Grafana permitem a apresentação de métricas técnicas de forma simplificada, através de gráficos, mapas e diagramas. Assim, informações como consumo de banda, CPU, memória ou tempo de consulta a banco de dados podem ser prontamente acessadas e compreendidas", afirma Eber Lacerda Junior, VP de Operações da Matrix Data Center. A empresa, sediada no bairro de Santo Amaro, se destaca por oferecer soluções de monitoramento totalmente personalizáveis.

"Com um pequeno investimento mensal o cliente pode ter seu ambiente monitorado de forma completa e em tempo real. Temos uma equipe técnica extremamente proativa para apoiá-lo nessa tarefa, além de ferramentas de ponta. Podemos ainda enviar logs de sistema diretamente ao seu celular via SMS e formatar os dashboards de acordo com suas necessidades. Nossa solução de monitoramento se diferencia das demais exatamente por conta das inúmeras possibilidades de customização que dispomos", destaca o VP.

Ataque hacker global aumenta a preocupação de empresas por soluções integradas de segurança lógica

Sistemas operacionais antigos, desatualizados e sem programas de proteção são alvos fáceis de malwares como o WannaCry. Categorizado como um ransomware, o vírus é capaz de criptografar e bloquear dados, condicionando sua liberação ao pagamento de resgate – tal como um sequestro. A praga virtual infectou recentemente cerca de 300 mil computadores em pelo menos 150 países, incluindo o Brasil. Órgãos públicos e empresas de todos os portes foram as maiores vítimas.

“Usuários comuns de internet e mesmo organizações só passam a dar valor à segurança de suas informações quando são vítimas de ataques, o que é lamentável. Há inúmeros tipos de vírus, cada um com seu modo de ação peculiar. Após o episódio do WannaCry, tivemos uma procura imensa por soluções integradas de proteção em três camadas: firewall, WAF e endpoint”, destaca Eber Lacerda Junior, VP de Operações da Matrix Data Center.

O firewall é o primeiro filtro de um sistema de proteção lógica. Atua como uma espécie de fiscal: além de analisar, pode impedir o tráfego dos dados recebidos e enviados pelo seu computador. WAF, ou Web Application Firewall, é uma solução de segundo nível que protege aplicações web (HTTP) contra fraudes e invasões que podem ocasionar prejuízos não somente financeiros, mas também de reputação. Após identificar potenciais vulnerabilidades e atividades maliciosas, um endpoint eficaz deve ser capaz de acionar um processo automatizado de prevenção e contenção sem que sejam necessárias ações significativas dos administradores da rede.

“Soluções baseadas em um único elemento de proteção são ineficazes. Temos de pensar em composições inteligentes se quisermos preservar um ambiente. Tranquilidade é o maior benefício desse tipo de serviço, afinal, prevenir sempre será melhor que remediar”, finaliza o VP.

Sistemas operacionais antigos, desatualizados e sem programas de proteção são alvos fáceis de malwares como o WannaCry. Categorizado como um ransomware, o vírus é capaz de criptografar e bloquear dados, condicionando sua liberação ao pagamento de resgate – tal como um sequestro. A praga virtual infectou recentemente cerca de 300 mil computadores em pelo menos 150 países, incluindo o Brasil. Órgãos públicos e empresas de todos os portes foram as maiores vítimas.

“Usuários comuns de internet e mesmo organizações só passam a dar valor à segurança de suas informações quando são vítimas de ataques, o que é lamentável. Há inúmeros tipos de vírus, cada um com seu modo de ação peculiar. Após o episódio do WannaCry, tivemos uma procura imensa por soluções integradas de proteção em três camadas: firewall, WAF e endpoint”, destaca Eber Lacerda Junior, VP de Operações da Matrix Data Center.

O firewall é o primeiro filtro de um sistema de proteção lógica. Atua como uma espécie de fiscal: além de analisar, pode impedir o tráfego dos dados recebidos e enviados pelo seu computador. WAF, ou Web Application Firewall, é uma solução de segundo nível que protege aplicações web (HTTP) contra fraudes e invasões que podem ocasionar prejuízos não somente financeiros, mas também de reputação. Após identificar potenciais vulnerabilidades e atividades maliciosas, um endpoint eficaz deve ser capaz de acionar um processo automatizado de prevenção e contenção sem que sejam necessárias ações significativas dos administradores da rede.

“Soluções baseadas em um único elemento de proteção são ineficazes. Temos de pensar em composições inteligentes se quisermos preservar um ambiente. Tranquilidade é o maior benefício desse tipo de serviço, afinal, prevenir sempre será melhor que remediar”, finaliza o VP.

Serviço ampara corporações na jornada de transição rumo ao universo de cloud computing

Em tempos de revisão de custos, dado o momento incerto para nossa economia, empresas de diferentes portes desejam aumentar sua eficiência, evitando impactos onerosos em suas operações. Nesse contexto, o mundo dos negócios demanda grande versatilidade por parte das corporações para lidar com recursos de TI. É preciso sustentar as rotinas operacionais e também inovar, para que novas oportunidades sejam criadas. Como enfrentar esse novo desafio considerando que muitas empresas estão presas a sistemas legados? Uma nova solução, oferecida pela Matrix Data Center, pretende resolver esse impasse.

Não é fácil se desapegar de uma tradição de forma imediata, por isso algumas companhias têm adotado o modelo de TI bimodal. O conceito, definido pelo Gartner Group, consiste na atuação em duas vertentes de soluções e desenvolvimento, o que possibilita a conciliação entre um sistema tradicional e uma aplicação em nuvem. De acordo com Rodrigo Oliveira, Diretor Comercial da Matrix, há quem conteste a eficácia desse modelo. “A verdade, no entanto, é que a TI bimodal pode ser um primeiro grande passo dado por uma companhia rumo ao cloud computing. Mas cada caso deve ser analisado de forma única”, destaca o executivo.

Através de um novo serviço, a Matrix está disponibilizando o know-how de seus especialistas em infraestrutura para guiar empresas nessa jornada de transição rumo ao universo de recursos virtuais. A solução batizada como Solution to Cloud, ou S2C, é uma espécie de coaching de TI que visa amparar as corporações nesse processo. “Temos parceiros de negócios economizando muito em operações de TI hoje, ao mesmo tempo elevando sua oferta de serviços”, celebra Oliveira.

Em tempos de revisão de custos, dado o momento incerto para nossa economia, empresas de diferentes portes desejam aumentar sua eficiência, evitando impactos onerosos em suas operações. Nesse contexto, o mundo dos negócios demanda grande versatilidade por parte das corporações para lidar com recursos de TI. É preciso sustentar as rotinas operacionais e também inovar, para que novas oportunidades sejam criadas. Como enfrentar esse novo desafio considerando que muitas empresas estão presas a sistemas legados? Uma nova solução, oferecida pela Matrix Data Center, pretende resolver esse impasse.

Não é fácil se desapegar de uma tradição de forma imediata, por isso algumas companhias têm adotado o modelo de TI bimodal. O conceito, definido pelo Gartner Group, consiste na atuação em duas vertentes de soluções e desenvolvimento, o que possibilita a conciliação entre um sistema tradicional e uma aplicação em nuvem. De acordo com Rodrigo Oliveira, Diretor Comercial da Matrix, há quem conteste a eficácia desse modelo. “A verdade, no entanto, é que a TI bimodal pode ser um primeiro grande passo dado por uma companhia rumo ao cloud computing. Mas cada caso deve ser analisado de forma única”, destaca o executivo.

Através de um novo serviço, a Matrix está disponibilizando o know-how de seus especialistas em infraestrutura para guiar empresas nessa jornada de transição rumo ao universo de recursos virtuais. A solução batizada como Solution to Cloud, ou S2C, é uma espécie de coaching de TI que visa amparar as corporações nesse processo. “Temos parceiros de negócios economizando muito em operações de TI hoje, ao mesmo tempo elevando sua oferta de serviços”, celebra Oliveira.

Matrix amplia DC em São Paulo

As obras começam até o final do ano, em um terreno adquirido pela empresa ao lado da sua sede, no bairro de Santo Amaro da capital paulista. Os recursos serão 100% próprios.
Com o investimento, a Matrix ampliará em 50% sua área de piso elevado para instalação de servidores, totalizando 3,6 mil metros quadrados. Em termos de área construída, a companhia vai quase dobrar, para 10 mil metros.

“Fizemos, há cerca de dois anos, uma obra de expansão em nosso data center e já estamos com ocupação superior a 70%. Prevemos um horizonte de crescimento ainda maior para os próximos anos, daí a necessidade de uma nova ampliação”, explica Eber Lacerda Junior, VP da divisão de dados da Matrix.

A Matrix vem qualificando a operação, tendo conquistado a certificação Tier III do Uptime Institute em 2015, concedida a pouco menos de uma dezena de data centers no país. Mais recentemente, a empresa conquistou a ISO/IEC 27001, selo de segurança que não chega a 100 empresas no país.

Fundada em 1988, a Matrix conta com rede de fibra óptica e oferece soluções de conectividade, hosting dedicado, colocation, cloud computing e e-mail corporativo.

A empresa atende a clientes como T-Systems, Hotéis Transamerica e Avianca.

Selo ISO/IEC 27001 é disputado por companhias de TI que querem avalizar seus procedimentos de segurança

Sediada em Genebra, na Suíça, a ISO (International Organization for Standardization) é uma entidade não-governamental independente que visa aprovar normas internacionais em vasto número de áreas de interesse econômico e técnico. Desenvolvida em parceria com a IEC (International Electrotechnical Commission), com sede em Londres, na Inglaterra, a certificação ISO/IEC 27001 é tida como uma das maiores referências para a gestão de segurança da informação no mundo. Hoje, no Brasil, não muito mais do que cem empresas possuem tal qualificação, dado o alto nível de exigência imposto por ambos os órgãos.

A Matrix Data Center, referência em TI de missão crítica, é uma das poucas companhias do ramo que ostentam o selo no país. Segundo Rodrigo Oliveira, Diretor Comercial da empresa, a certificação coroa um esforço iniciado há cerca de quatro anos. "Investimos mais de dois milhões de reais em segurança física desde 2013. Conquistamos a certificação Tier III do Uptime Institute em 2015 e, recentemente, fomos agraciados pela ISO/IEC 27001", contextualiza o executivo.

A consultoria da BSI, British Standards Institution, guiou a Matrix durante o processo de adaptações e revisões de processos para a obtenção do certificado ISO/IEC. Com ele, novos horizontes se abrem para a companhia. "Estamos conseguindo romper um bloqueio que muitas corporações ainda têm quanto à terceirização de recursos tecnológicos. Os consumidores finais são os maiores beneficiados, pois a qualidade e a disponibilidade dos serviços oferecidos por essas empresas só tende a aumentar com um sólido background de TI", finaliza Oliveira.

Localização

Presença Geográfica
Brasil, EUA, Europa, Japão

Parceiros

  • Logo Cisco
  • Logo Dell
  • Logo Microsoft
  • Logo Redhat