Sistemas operacionais antigos, desatualizados e sem programas de proteção são alvos fáceis de malwares como o WannaCry. Categorizado como um ransomware, o vírus é capaz de criptografar e bloquear dados, condicionando sua liberação ao pagamento de resgate – tal como um sequestro. A praga virtual infectou recentemente cerca de 300 mil computadores em pelo menos 150 países, incluindo o Brasil. Órgãos públicos e empresas de todos os portes foram as maiores vítimas.

“Usuários comuns de internet e mesmo organizações só passam a dar valor à segurança de suas informações quando são vítimas de ataques, o que é lamentável. Há inúmeros tipos de vírus, cada um com seu modo de ação peculiar. Após o episódio do WannaCry, tivemos uma procura imensa por soluções integradas de proteção em três camadas: firewall, WAF e endpoint”, destaca Eber Lacerda Junior, VP de Operações da Matrix Data Center.

O firewall é o primeiro filtro de um sistema de proteção lógica. Atua como uma espécie de fiscal: além de analisar, pode impedir o tráfego dos dados recebidos e enviados pelo seu computador. WAF, ou Web Application Firewall, é uma solução de segundo nível que protege aplicações web (HTTP) contra fraudes e invasões que podem ocasionar prejuízos não somente financeiros, mas também de reputação. Após identificar potenciais vulnerabilidades e atividades maliciosas, um endpoint eficaz deve ser capaz de acionar um processo automatizado de prevenção e contenção sem que sejam necessárias ações significativas dos administradores da rede.

“Soluções baseadas em um único elemento de proteção são ineficazes. Temos de pensar em composições inteligentes se quisermos preservar um ambiente. Tranquilidade é o maior benefício desse tipo de serviço, afinal, prevenir sempre será melhor que remediar”, finaliza o VP.

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