Com isolamento social, o estudo Barômetro COVID-19 realizado pela Kantar, mostra que consumidores querem que as marcas tenham um impacto social maior e já estão migrando seu consumo para o digital – que exige um preparo das empresas para um e-commerce mais robusto.

De acordo com a pesquisa, realizada entre 27 e 31 de março, 28% dos brasileiros querem que as marcas sejam práticas e realistas e ajudem os consumidores no dia a dia. A sondagem também revela o crescimento das compras online no período de crise: o número de pessoas que aumentaram compras online subiu de 19% para 34% e muitos brasileiros usaram o período de pandemia para fazer suas primeiras compras online. 

Levantamento online realizado com mais de 1,7 mil entrevistados pela NZN Intelligence, mostra que 49% dos brasileiros consideram reavaliar seus gastos, sendo que 71% afirmam que pretendem aumentar o volume de compras online.

Outro estudo feito pela Corebiz, empresa de inteligência para marcas do varejo, mostra que as vendas online no segmento alimentício cresceram 330% em março no comparativo com o mês de fevereiro.  

O estudo conclui que, em 2020, existe a possibilidade de ocorrer um crescimento que supere a projeção de aumento de 18% feita pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico. Os motivos são as mudanças comportamentais atreladas à disseminação da pandemia e o amadurecimento do setor como um todo.

Para acompanhar a demanda por compras online, varejistas precisam contar com interconexões de rede de alto desempenho, para aumentar as taxas de conversão e retenção, reduzir latência e melhorar cada vez mais o desempenho do aplicativo de e-commerce.

Além de promover uma experiência digital de excelência, é preciso não esquecer das integrações com ecossistema diversificado de fornecedores, parceiros, empresas de mídia social e a cadeia logística.

O comércio eletrônico é dinâmico, com altos e baixos nas compras sazonais e durante os ciclos das campanhas. Infraestruturas de datacenter, e particularmente a nuvem, são um caminho natural para o e-commerce. Estas tecnologias permitem lidar com a variação de demanda dos usuários, provisionar e pagar pelos recursos conforme necessário, em vez de construir sua infraestrutura de TI em antecipação a períodos sazonais. Permitem implantação e escalabilidade imediata – incluindo a migração de sua infraestrutura de comércio eletrônico para uma nuvem híbrida – sob demanda.

De acordo com o Aberdeen Group, um segundo no tempo de carregamento da página gera uma perda de 7% nas conversões. O tempo de carregamento da página não apenas afeta as vendas imediatas, mas também afeta seriamente os níveis de retenção e satisfação do cliente. Ao reduzir a latência da rede, você garante carregamentos rápidos de páginas, reduzindo o tempo de resposta do aplicativo, resultando em uma experiência muito melhor para o cliente e no aumento do seu potencial de receita.

Recursos de Machine Learning e Inteligência Artificial permitem ainda oferecer experiências relevantes e personalizadas que aumentam a fidelidade à marca. Adaptar uma campanha ou experiência às necessidades individuais dos clientes requer uma grande quantidade de dados e informações.

Importante contar também  com a certificação Payment Card Industry – Data Security Standard (PCI-DSS), sigla em inglês para Padrão de Segurança de Dados para a Indústria de Cartões de Pagamento, criado por uma comissão que verifica requisitos para garantir que o ambiente da transação bancária seja seguro e dados bancários não correm risco de extravio. 

Adotar uma infraestrutura de data center e cloud que neutralize todos os pontos de preocupação da jornada de compras, com segurança e agilidade é estratégico para a continuidade do negócio nesses tempos de crise. Ambientes de e-commerce que permitam escalabilidade, flexibilidade, e alta disponibilidade podem ser a chave para transformar crise em oportunidade.


Carla Ferreira
Marketing