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Integração hybrid cloud e multi cloud: estratégias para inovação e redução de custos

De acordo com o estudo exclusivo que a Matrix encomendou para a International Data Corporation (IDC), médias e grandes empresas brasileiras já perceberam, de forma empírica, que melhorar a integração com sua cadeia de valor (canais, fornecedores e parceiros de negócio), bem como expandir as capacidades de integração de dados dão velocidade aos negócios, e aumentam a participação delas em um ecossistema digital. Assim, elas enxergam a adoção de cloud computing como um alavancador de negócios. 

Notou-se que uma grande parcela das empresas adotou a nuvem pública, num modelo de maturidade conhecido como “lift & shitf”, onde se faz uma cópia de todos os sistemas on-premise para a nuvem, sem uma análise mais aprofundada de cada carga de trabalho. Ao longo do tempo, conforme essas cargas de trabalho vão ganhando volume, nota-se um aumento expressivo dos custos de infraestrutura de TI, quando comparados ao modelo on-premise. 

Essa dinâmica tem levado médias e grandes empresas brasileiras a um movimento de “repatriação” de cargas de trabalho para ambientes de infraestrutura tradicional. Além dos custos, atrelados à cotação do dólar, outro motivo apontado pelos entrevistados foi a necessidade de manter o orçamento previsível, característica que conflita com os custos  variáveis da nuvem pública. Seja por fatores econômicos ou políticos, os últimos anos têm agravado esse cenário

No entanto, empresas brasileiras que já atingiram um maior nível de maturidade na nuvem entendem que as novas tecnologias, como inteligência artificial, data analytics e cognitivo só estão disponíveis na nuvem pública. Essas funcionalidades dependem de uma integração com cargas de trabalho de sistemas de produção, como CRM, ERP e banco de dados. Significa que o ambiente de TI ideal é o híbrido: permitir que a empresa tenha acesso a nova geração de tecnologias integrada à infraestrutura tradicional ou sistemas legados.

A principal conclusão é que a adoção à nuvem deve ser considerada como o pilar da transformação digital da empresa, o que exige planejamento a longo prazo. A arquitetura sugerida pela IDC é a de uma “capa de nuvem pública” capaz de otimizar a integração da cadeia de valor da empresa, integrada ao “núcleo do negócio”, onde aplicações de back-end estarão preferencialmente em nuvem privada, integrada a “arquiteturas tradicionais” e aplicações desenvolvidas em tecnologia legada.

<<Acesse aqui a pesquisa completa da IDC>>

https://materiais.matrix.com.br/lp-ebook-infraestrutura-hibrida-de-ti-idc

Integrar os ambientes de TI é uma ação prioritária das organizações. Se ela não for implementada, as lacunas existentes exigirão processos externos e, até mesmo, manuais, o que acaba prejudicando a competitividade da empresa num mercado altamente volátil. Entre os serviços de infraestrutura híbrida de TI, priorizados pelas empresas que já entendem a importância dessa abordagem, estão: 

  • Cognitivo, como chatbots ou phonebots 
  • Automação Robótica de Processos, ou RPA
  • Data Analytics e aprendizado de máquina
  • Automação e controle: IaaC, FinOps, AiOps

A equipe da Matrix dispõe de especialistas para a análise das cargas de trabalho da sua empresa, garantindo que sua jornada à nuvem ocorra de maneira pragmática, alinhada com a realidade da sua empresa.

Entre em contato: https://materiais.matrix.com.br/fale-com-o-especialista.


Renato Minutti
Gerente de Produtos

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