Acompanhar as mudanças em 2020 pode ser algo bastante curioso. Se as tecnologias já avançam com bastante frequência e velocidade, neste ano, notam-se ainda mais transformações.

Com o cenário crescente de trabalho remoto, por exemplo, um efeito da pandemia, algumas ferramentas passaram a ser necessárias. Com a segurança da informação sendo uma necessidade cada vez mais evidente, alguns investimentos em proteção de dados também têm sido maiores e urgentes – como é o caso da infraestrutura de nuvem.

Nesse contexto, as empresas avançam em busca de mais proteção, economia, agilidade e escalabilidade. Para evidenciar esse cenário, separamos neste artigo os insights sobre infraestrutura de nuvem em 2020 e as tendências para 2021 a partir de dados e relatórios de tecnologia dos últimos tempos. Segue a leitura!

Preferências de 2020: infraestrutura de nuvem ou data center?

Apesar do movimento em busca da nuvem pública, os data centers locais continuam sendo a plataforma de implantação de infraestrutura dominante em 2020, de acordo com a Pesquisa de Prioridades de TI 2020 da TechTarget.

Os dados indicam que, quando perguntados sobre suas principais metodologias de implantação de infraestrutura, 45% dos tomadores de decisão de TI citaram data centers locais. Em sequência, a nuvem híbrida foi a segunda resposta mais comum (27%), seguida de nuvem pública, software como serviço, multi-cloud e nuvem privada local.  

Isso mostra a existência de um novo cenário. Há sim um interesse por parte dos líderes de negócios para migrar para a nuvem, entretanto, é válido ressaltar que essa é uma tarefa complexa que precisa de mão de obra qualificada, tempo e investimentos adequados. Você sabe qual a melhor solução para sua empresa?

Repatriação de nuvens

Outra tendência notável e importante na infraestrutura de nuvem é a repatriação de aplicativos da nuvem pública de volta ao data center. De acordo com uma pesquisa da IDC, 86% das empresas estão considerando ou executando a repatriação de cargas de trabalho.

Trata-se de uma mudança que despende bastante tempo e dinheiro. E poderia perfeitamente não acontecer caso as equipes de TI fizessem boas considerações antes de escolher as tecnologias e os parceiros certos para a migração.

Fatores-chave para a transformação digital 

Em 2020, acompanhamos a busca das organizações por investir em infraestrutura privada que ofereça suporte, economia, agilidade e escalabilidade da nuvem. E isso, muito provavelmente, permanecerá sendo tendência para 2021.

Nesse contexto, há alguns fatores-chave que vão capacitar a modernização contínua de TI e fazer com que a transformação digital seja bem-sucedida. São eles:

Modelo operacional consistente

A maior parte das empresas implantam cargas de trabalho em duas ou mais nuvens. Isso pode acabar gerando complexidade no gerenciamento. As equipes de TI, assim, exigem soluções de infraestrutura ágil que reduzam a complexidade e forneçam um modelo operacional consistente em nuvem híbrida.

Esse modelo consistente também vai oferecer uso abrangente de automação e inteligência, eliminando tarefas manuais de rotina. Com isso, a equipe de TI tem mais liberdade para apoiar iniciativas inovadoras e novas oportunidades de negócios.

Opções flexíveis de implantação

Nota-se outra tendência pelas equipes de TI que mostram precisar de opções com com base em seus aplicativos e requisitos de carga de trabalho, como infraestrutura habilitada para nuvem com tecnologias de servidor, armazenamento e rede mais rápidas e eficientes, migrações simplificadas, modelos de entrega como serviço baseados no consumo, entre outros.

Aplicativos de missão crítica

A próxima fase da migração da nuvem será modernizar os aplicativos de missão crítica com atributos da nuvem, como ciclos rápidos de desenvolvimento, autoatendimento, simplicidade de implantação, escalabilidade elástica e mobilidade. 

Dados da IDC mostram que quase 70% das empresas já planejam migrar cargas de trabalho de ERP para nuvem. Vê-se que as equipes de TI das organizações estão procurando maximizar seus investimentos em tecnologia, conhecimento e experiência ao migrar os aplicativos para ambientes de nuvem híbrida.

Segurança

A segurança foi tendência nos últimos anos. Em 2020, mostrou-se extremamente necessária ao observarmos ciberataques e invasores mal-intencionados aplicando golpes para roubar dados de diversas organizações. Por isso, é uma tendência para 2021 também.

A segurança continua sendo uma das principais preocupações, inclusive ao mover cargas de trabalho para a nuvem pública.

O Relatório de Segurança na Nuvem de 2019 evidencia que 75% dos profissionais de segurança cibernética afirmavam estar muito preocupados com a segurança na nuvem. Em ambientes com várias nuvens, a visibilidade e o controle são imperativos.

Por esse motivo, é fundamental que as empresas procurem soluções com recursos de proteção, como criptografia, infraestrutura reforçada, autenticação multi-fator (MFA) e outras alternativas que visem segurança.

Como as empresas devem se preparar para o próximo ano

Ao observar as tendências em relação à infraestrutura de nuvem, fica evidente que as empresas, passando à transformação digital, precisam tomar decisões cautelosas e avaliar bem as alternativas, uma vez que isso vai impactar muito nos próximos anos.

É preciso trabalhar com fornecedores de confiança, que ofereçam tecnologias que comprovadamente ajudam a orientar sua jornada na nuvem. É necessário se certificar de que os provedores permitem o desenvolvimento de uma estratégia a longo prazo, sem risco de perder controle ou consistência.

Com todas essas informações em mente, afirmamos: você pode confiar na Matrix!

A Matrix oferece tecnologia de ponta. Os data centers Tier III estão em conformidade com a ISO 27001, PCI-DSS e outras certificações. As inspeções para conformidade incluem monitoramento de segurança, prestação de serviços, suporte, backups, controles ambientais, acesso lógico e acesso físico.

Graças aos servidores da HP Enterprise, a nuvem híbrida da Matrix garante alta performance, possibilitando múltiplos ambientes flexibilidade para alterar a quantidade de recursos e otimização de custos.

Mas, se as dúvidas ainda permanecem, você pode entrar em contato com alguém da nossa equipe para solucionarmos suas dúvidas. Fale agora com um consultor!


Alexandro Castelli
Diretor de Produtos
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